Sabemos que a
formação do habito alimentar de um indivíduo é influenciado por uma série
complexa de fatores que vai desde a identidade cultural aos vínculos criados
com a família e as suas práticas alimentares. Ensinar a uma criança bons
hábitos alimentares é muito mais difícil quanto parece.
Ao assistir ao documentário “Muito além do peso”, fiquei impressionada com os casos reais de crianças que já no início de suas vidas estão obesas e são portadoras do Diabetes Mellitus tipo II, doença que é comum aparecer aos 30 anos. Graças a minha professora Tatiane Miranda da FASEH tive a oportunidade de perceber com esse documentário a força da indústria alimentícia e a permissividade dos pais da nossa época.
É impressionante como a grande maioria das propagandas de comida para criança veiculam “brinquedinhos” e a ideia da “felicidade” ao alimento. Ao meu ver, essa prática seria aceitável se o que essas indústrias comercializassem fossem alimentos ricos em nutrientes e que pudessem contribuir para o desenvolvimento de uma criança. Na realidade, o que ocorre é o contrário. Os alimentos são excessivamente gordurosos.
No entanto, como a formação do hábito alimentar é algo muito mais complexo, não podemos focar o problema apenas nas propagandas. Se não podemos "barrar" a industria alimentícia, podemos sim influenciar "nossos filhos" em relação as boas escolhas na hora de se alimentar: comprando alimentos mais saudáveis, tendo práticas adequadas e principalmente sabendo dizer “não”.
Podemos? O documentário me deixou espantada com a permissividade excessiva dos pais nos dias de hoje. Em várias situações mostradas no filme a mãe ou o pai não conseguia substituir uma batatinha-frita por um pão por exemplo , por causa da reação do seu filho. É como se as crianças de hoje, já tivessem o poder de fazer as suas escolhas. Infelizmente eles não podem escolher e não tem consciência do que estão fazendo com o seu próprio corpo e com a sua saúde. Estão muito além do peso e antecipando ou criando problemas que não enfrentariam. Documentários como esse deveriam ser veiculados na televisão com uma freqüência muito maior do que são. Sensacionalistas ou não, essas fontes de informação nos deixam culpados e atentos pelas "nossas crianças".
Ao assistir ao documentário “Muito além do peso”, fiquei impressionada com os casos reais de crianças que já no início de suas vidas estão obesas e são portadoras do Diabetes Mellitus tipo II, doença que é comum aparecer aos 30 anos. Graças a minha professora Tatiane Miranda da FASEH tive a oportunidade de perceber com esse documentário a força da indústria alimentícia e a permissividade dos pais da nossa época.
É impressionante como a grande maioria das propagandas de comida para criança veiculam “brinquedinhos” e a ideia da “felicidade” ao alimento. Ao meu ver, essa prática seria aceitável se o que essas indústrias comercializassem fossem alimentos ricos em nutrientes e que pudessem contribuir para o desenvolvimento de uma criança. Na realidade, o que ocorre é o contrário. Os alimentos são excessivamente gordurosos.
No entanto, como a formação do hábito alimentar é algo muito mais complexo, não podemos focar o problema apenas nas propagandas. Se não podemos "barrar" a industria alimentícia, podemos sim influenciar "nossos filhos" em relação as boas escolhas na hora de se alimentar: comprando alimentos mais saudáveis, tendo práticas adequadas e principalmente sabendo dizer “não”.
Podemos? O documentário me deixou espantada com a permissividade excessiva dos pais nos dias de hoje. Em várias situações mostradas no filme a mãe ou o pai não conseguia substituir uma batatinha-frita por um pão por exemplo , por causa da reação do seu filho. É como se as crianças de hoje, já tivessem o poder de fazer as suas escolhas. Infelizmente eles não podem escolher e não tem consciência do que estão fazendo com o seu próprio corpo e com a sua saúde. Estão muito além do peso e antecipando ou criando problemas que não enfrentariam. Documentários como esse deveriam ser veiculados na televisão com uma freqüência muito maior do que são. Sensacionalistas ou não, essas fontes de informação nos deixam culpados e atentos pelas "nossas crianças".
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